Data: 20/01/2012
Fonte: FEPESP
Os professores demitidos do grupo Anhanguera em dezembro receberão meio salário a mais como verba de indenização e podem manter o plano de saúde inalterado até março.
A faculdade também pagará os valores previstos na Cláusula 21 da Convenção Coletiva do ensino superior, junto com o que diz a Lei 12.506/2011, que trata do aviso-prévio. Isso representa seis dias de indenização por ano trabalhado.
As indenizações valem para os professores que trabalhavam em unidades onde estão os sindicatos integrantes da Fepesp, como o SINPRO-Sorocaba. Nos três meses do plano de saúde, a empresa continua a pagar a parte dela na mensalidade.
Os sindicatos questionaram a empresa após o anúncio das dispensas. Os representantes da Anhanguera recusaram-se a anular a decisão, mas concordaram em aumentar a indenização e o plano de saúde.
Os sindicatos entendem que as medidas são um paliativo e continuarão a agir em defesa da categoria, inclusive em relação às demissões. As entidades estão fazendo um levantamento completo das demissões para montar um quadro com o perfil dos professores afetados. Um argumento usado pela empresa é que as demissões envolvem, na maioria, docentes sem título de mestres ou doutores.
A Fepesp e os sindicatos estão de olho aberto!
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