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Notícias da Educação

Campanha Salarial 2018: Vamos defender o que é nosso!


Data: 20/02/2018

Fonte: Fepesp


EDUCAÇÃO SUPERIOR
 
QUEREM ACABAR COM O PLANO DE SAÚDE!
 
Os representantes das instituições de ensino mostraram a que vieram nesta campanha salarial: querem preservar sua lucratividade, economizar à custa de professsoras, professores e auxiliares, e fincar uma estaca para nos dividir com os piores aspectos da ‘reforma’ trabalhista. Começaram com uma proposta inaceitável, a de encerrar unilateralmente a assistência médica que temos em nossa Convenção Coletiva. Essa foi a proposta patronal na reunião de negociação de segunda-feira, dia 19. Essa ‘proposta’ foi rejeitada de cara pela comissão de negociação liderada pela Fepesp. 
 
Com a rejeição, o patronal foi obrigado a um compromisso: a cláusula do Plano de Saúde será estendida até o dia 30 de março - um mês além de nossa data base, 01/03. Até lá, uma comissão especial, com representantes de cada lado, irá analisar não só as contas dos planos, mas as condições regulatórias - não se mudam planos assim facilmente.
 
Fique muito atento aos avisos do seu sindicato. Tudo será discutido e decidido junto com a categoria.
 
 
O QUE ESTÁ EM JOGO NESTA CAMPANHA?  
 
Na campanha salarial de 2017 conquistamos um acordo de dois anos em nossas cláusulas sociais. Até 2019, vale o que foi negociado - são direitos que não podem ser tocados, mesmo com a ‘reforma’ trabalhista. Mas isso não é tudo. As instituições de ensino superior testam os limites da ‘reforma’ pelo seu lado mais perverso, procurando fechar acordos individuais, promovendo terror com reformulações disciplina- res, insistindo em demissões questionadas na justiça. Querem também embarcar no plano maior da ‘reforma’, o de enfraquecer a sua união como categoria profissional, sua unidade coletiva com sua representação sindical. Esse é o plano maior: a tentativa de estrangular os sindicatos, jogando o professor a negociar direto com o preposto do dono da escola. A negar suas férias ou seu recesso. Promover o vale-tudo da lei do mais forte. 
 
É preciso pensar no seu futuro. Agora mais do que nunca. Nossa única opção é a de resistir, com unidade.  
 
É hora de discutir seriamente o fortalecimento da sua unidade sindical. Da sustentação do seu sindicato. Para evitar que o patronal faça o que quiser - como nesta tentativa de querer acabar com seu plano de saúde sem seriedade e sem discussão.